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Um blog totalmente diferente
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
CAVERNA DO DRAGÃO O FINAL QUE NINGUÉM VIU
A verdade sobre o Pokemon
Amigos, adianto que este não é um post nada feliz. Achei lá no amigo Left 4 Meme, adaptei o texto e inseri algumas imagens, aconselho de verdade que todo mundo pensem duas vezes antes de ler. É sua conta e risco…
“O acidente com a bicicleta (no primeiro episódio do anime) colocou Ash em coma. Dias mais tarde ele foi encontrado e foi levado as pressas ao hospital e tratado com fortes remédios. Estes por sua vez fizeram efeito e estabilizaram seu coma, tornando os sonhos, antes assustadores, agora agradáveis, permitindo a ele viver suas fantasias de mestre Pokémon.
Após os primeiros episódios, a série é o resultado do subconsciente de Ash realizando seus desejos ao tentar escapar da realidade. Se Ash percebesse que estava em coma, ele acordaria, mas sofreria com os danos cerebrais provenientes do acidente, portanto sua mente teria que continuar neste estado por muito tempo.
Uma grande evidências vem do fato de que apesar das suas jornadas levarem Ash a grandes distâncias, ele nunca anda de bicicleta por ter desenvolvido uma fobia.
O coma e a fantasia também explicam porque ele não muda muito fisicamente. Também explica o socialismo mundial, pois ele imaginou um sistema de governo seguro que iria operar suavemente e manter o mundo ‘girando’, permitindo que as suas aventuras ocorram do jeito que ocorrem. Também explica como uma criança pode sair sozinha em um mudo cheio de perigosos e selvagens animais, e porque toda cidade tem a mesma policial e todo centro Pokémon tem a mesma enfermeira.
Joy e Jenny ele conhecia de sua cidade, e elas agem como uma rede de segurança ou âncora, permitindo a ele se sentir seguro não importa onde ele vá. Joy e Jenny representam estabilidade. Os professores representam os ideais de Ash, e é por isso que Gary vira um professor. A fantasia também explica porque toda vez que ele entra uma nova região, praticamente ninguém ouviu falar dele, apesar de suas conquistas. Como poderia Paul, o rival da região de Sinnoh, não conhecer alguémque ficou pelo menos entre os 16 primeiros nas 3 ligas e aniquilou a Liga Laranja e a Batalha da Fronteira?
Continuando para os personagens próximos a ele, os parceiros de viagem de Ash são os aspectos de si que ele aprecia, mas não gosta de associar a si. Brock é a sexualidade reprimida de Ash. Ash entrou em coma ainda virgem e precisava de uma válvula de escape para suas crescentes frustrações sexuais; como ele nunca experimentou o sexo, Brock nunca deve conseguir também. Mas Brock não é só a projeção da sexualidade de Ash, ele também é uma projeção dos instintos paternais de Ash. Brock deixa seus irmãos para sair em uma jornada com Ash porque Ash não consegue lidar com tanta responsabilidade na sua idade. Mais evidencia de que Brock é a sexualidade de Ash é que ele retorna a série sempre que Ash descobre um novo aspecto feminino de si mesmo.
Misty é o primeiro desses aspectos que encontramos isso explica o porque de Misty ser tão presente na série mas é, no fim das contas, inalcançável (porque ele praticamente não conhecia ela antes do coma).
Como Misty é o seu primeiro interesse amoroso, mesmo que subconscientemente, ele precisava que ela crescesse mais. Ele achava que pessoas só poderiam ter relacionamentos após ficarem adultos. Na pratica, porém, ele descobre que não consegue lidar com isso (por não ter experiência no mundo real) e quer a Misty agressiva e arrogante.
Gary Carvalho é o que Ash deseja ser. Gary queria ser o melhor, conseguiu isso, e depois retornou a uma vida normal. Ash precisa que alguém seja bem sucedido em seu mundo ou então ele não poderá validá-lo e ele começará a questionar porque ele está onde está. É uma armadilha do subconsciente para evitar que ele fique ciente de sua situação.
Sua mente deve ter concluído que o descobrimento do coma por Ash imediatamente o tiraria dele, piorando o dano cerebral, então ele pegou algo que Ash já gostava e com ele construiu um caminho seguro que o levaria para fora do coma. Porém, Ash é muito complacente para manter-se de pé e lutar para sair da sua situação, e, portanto, não pode escapar. Por isso ele continua encontrando Pokémons lendários. É a forma que a mente usa para mostrar a ele que ele pode fazer grandes coisas se ele tentar, e é uma forma de encorajá-lo a seguir adiante.
A Equipe Rocket são as qualidades de si mesmo que Ash acha ser negativas mas está vindo a aceitar. Jesse e James querem agradar Giovanni, o pai de Ash, e Jessie engana o submisso James em executar seus planos para conseguir isso. Meowth especialmente quer agradar a ele porque ele lembra dos bons tempos com Giovanni. Isso coloca Meowth em uma categoria conhecida como a inocência (corrompida) de Ash. Isso é aparente porque Meowth pode falar. Na verdade, a motivo de Meowth poder falar é para que Ash possa eventualmente aceitar os aspectos da Equipe Rocket como partes de si mesmo.
Ash tem problemas com seu pai, então ele o colocou na liderança da organização do mal e o satanizou. Pode até haver uma Equipe Rocket (no mundo real) mas dificilmente o pai de Ash é o líder deles. Ash provavelmente acredita que a separação entre seus pais foi parcialmente culpa sua, mas também culpa parcialmente seu pai. A separação fez sua mãe sair da cidade e ir para Pallet e é a razão inicial para Ash sair em sua jornada: escapar do caos da sua casa. Mas toda a Equipe Rocket, incluindo Butch e Cassidy, simbolizam sua incapacidade de escapar das armações de seu pai.
James é a homossexualidade implícita (o que necessariamente não torna Ash homossexual) e ingenuidade, e Jesse é a vaidade e manipulação. Como Meowth tem potencial para se curar, e não quer ser do mal, isso novamente encaixa na teoria das personalidades conflitantes e ódio próprio. A Equipe Rocket se traveste (Nota: não no sentido de serem travestis, mas sempre nos planos deles quando eles usam disfarces, James se veste de mulher, e a Jesse se veste de homem) porque Ash está explorando sua sexualidade (uma faceta diferente da que Brock representa) e isso é um método que permite seu lado gay/vaidoso experimentar livremente. Quando ele percebeu que isso (travestismo) não era algo para ele, o seu lado livre parava de experimentar com isso.
Pikachu representa a humanidade de Ash, por isso que há os episódios em que eles se separam e Ash quer desesperadamente encontrá-lo, ao ponto de trabalhar junto com a Equipe Rocket (aspectos de si que ele normalmente não se associaria).
A Equipe Rocket quer roubar o Pikachu e dá-lo a Giovanni. Jesse e James vão sempre se opor a Ash porque o mero pensar de que sua humanidade está nas mãos de seu pai assusta Ash. Porem, essa é a mesma razão que faz com que ele trabalhe com essas partes de si para evitar que sua humanidade seja perdida. Ash não conseguiu evoluir Pikachu porque isso significaria desafiar o conceito de quem ele era, o que o deixaria inconfortável enquanto ele ainda enfrenta seus problemas iniciais.
O narrador é a manas superior de Ash (Nota: um conceito da teosofia. Google explica), recapitulando e explicando o progresso que ele fez e o que ele vai encarar pela frente, permitindo a si mesmo observações sobre qual a melhor forma de o acordar.
Os métodos da Equipe Rocket gradativamente ficam mais e mais engraçados/absurdos porque Ash é apenas uma criança imaginando essas coisas. Por isso todo mundo acredita nos disfarces da Equipe Rocket. Ele sabe que são eles (pelo menos no subconsciente), mas escolhe ignorar isso para que ele possa melhorar a si mesmo. De certa forma, o Ash que quer escapar está sabotando o Ash que quer ficar perdido em sua mente para que possa haver mais conflito, e possivelmente a eventual fuga.
A fuga sendo conseqüência de finalmente aceitar quem ele é, pois, como mencionado anteriormente, a Equipe Rocket é a forma de Ash lidar com aspectos que ele se sente desconfortável de lidar sozinho.
Você pode lembrar que no início da série existiam animais e referencias a animais. Por exemplo, o peixe no aquário do ginásio de Cerulean, ou que a Pokedex descreve Pikachu como similar a um rato. Esses animais não importam para a psique de Ash e portanto não vem muito a tona. Se Ash adorasse cachorros, tudo seria sobre diferentes raças de cães, e torneios de luta entre cães, mas enquanto a serie prossegue, você vê menos animais e mais Pokémons. Isso pode ser um sinal de que a mente de Ash está se deteriorando.
Como ele está em coma, ele está esquecendo de alguns animais e máquinas e os substituindo por Pokémons. Isso pode explicar coisas como Pokémons elétricos funcionando como geradores de energia; esses são sinais de que a sua memória do mundo real está escapando cada vez mais conforme o tempo passa. O reino dos Pokémons será idealizado continuamente já que ele não tem estímulos do mundo real.
A mente de Ash pode ou não estar deteriorando, mas ele está ficando cada vez mais acostumado as regras do seu mundo de mentira. Os Pokémons são as racionalizações para o funcionamento de sua fantasia. É a síndrome foi um mago quem fez. Se ele não sabe como que algo funciona, sua mente diz Pokémon.
Bom amigos, esta é a primeira parte. Em breve posto a segunda… mas deixem seus comentários e compartilhe sua opnião sobre o assunto. Mesmo que seja um “DIGIMON EU LI ESSA PARADA CHAMPS”.
A (sensual) história da Barbie
Glamur, polêmicas familiares, dinheiro envolvem o mundo cor-de-rosa da verdadeira bonequinha de luxo
1. Filhinha da mamãe
Barbie é o apelido de Barbara Millicent Roberts, filha da criadora da boneca. Os irmãos de Barbara também são famosos: Ken virou o namorado (sim, na vida real Ken e Barbie são irmãos) e Skipper é irmã de Barbie também no mundo dos brinquedos. O verdadeiro Ken era homossexual, apesar de ter constituído família com uma mulher. Ele morreu de aids em 1994.
2. Brinquedo de adulto
O design da Barbie foi inspirado em uma personagem de quadrinhos pornô alemã, chamada Bild Lilli, e isso ninguém esconde. Mas os detalhes não são oficiais: de acordo com o jornalista americano Jerry Oppenheimer, o designer que fez a boneca era viciado em sexo e criou as medidas dela de acordo com gostos pessoais.
3. Que (falta de) saúde!
Se a Barbie fosse uma mulher de 1,68 metro, ela teria 50 centímetros de cintura, 69 de busto e 73 de quadril. Uma mulher tão magra deixaria de menstruar normalmente, segundo uma pesquisa daUniversidade de Helsinque. Ainda assim, a britânica Sarah Burge achou boa ideia gastar 500 mil libras em cirurgias plásticas para ficar igual à boneca. Por ano, ela paga cerca de 22 mil para manter tudo no lugar.
4. Perua
Mais de 70 estilistas de alta-costura já criaram roupas para ela, incluindo Gucci, Versace e Armani. Para a confecção das roupas já foram usados mais de 95 milhões de metros de tecido. E os altos números estão também nos acessórios: a Barbie já teve mais de 1 bilhão de pares de sapatos e joias de diamantes avaliadas em US$ 600 mil, do joalheiro australiano Stefano Canturi.
5. Bonequinha de luxo
Foi depois de criar a Barbie, em 1959, que a Mattel entrou no ranking das 500 maiores empresas dos EUA. Demorou 3 anos para que eles conseguissem atender à demanda dos consumidores, de tanta procura pela boneca. Hoje, são vendidas 172 800 Barbies por dia no mundo, ou seja, 2 por segundo.
Barbie é o apelido de Barbara Millicent Roberts, filha da criadora da boneca. Os irmãos de Barbara também são famosos: Ken virou o namorado (sim, na vida real Ken e Barbie são irmãos) e Skipper é irmã de Barbie também no mundo dos brinquedos. O verdadeiro Ken era homossexual, apesar de ter constituído família com uma mulher. Ele morreu de aids em 1994.
2. Brinquedo de adulto
O design da Barbie foi inspirado em uma personagem de quadrinhos pornô alemã, chamada Bild Lilli, e isso ninguém esconde. Mas os detalhes não são oficiais: de acordo com o jornalista americano Jerry Oppenheimer, o designer que fez a boneca era viciado em sexo e criou as medidas dela de acordo com gostos pessoais.
3. Que (falta de) saúde!
Se a Barbie fosse uma mulher de 1,68 metro, ela teria 50 centímetros de cintura, 69 de busto e 73 de quadril. Uma mulher tão magra deixaria de menstruar normalmente, segundo uma pesquisa daUniversidade de Helsinque. Ainda assim, a britânica Sarah Burge achou boa ideia gastar 500 mil libras em cirurgias plásticas para ficar igual à boneca. Por ano, ela paga cerca de 22 mil para manter tudo no lugar.
4. Perua
Mais de 70 estilistas de alta-costura já criaram roupas para ela, incluindo Gucci, Versace e Armani. Para a confecção das roupas já foram usados mais de 95 milhões de metros de tecido. E os altos números estão também nos acessórios: a Barbie já teve mais de 1 bilhão de pares de sapatos e joias de diamantes avaliadas em US$ 600 mil, do joalheiro australiano Stefano Canturi.
5. Bonequinha de luxo
Foi depois de criar a Barbie, em 1959, que a Mattel entrou no ranking das 500 maiores empresas dos EUA. Demorou 3 anos para que eles conseguissem atender à demanda dos consumidores, de tanta procura pela boneca. Hoje, são vendidas 172 800 Barbies por dia no mundo, ou seja, 2 por segundo.
Uma linda historia...
Um casal de namorados, decendo uma estrada de moto.
A menina repara que seu namorado está correndo muito, ela diz:
- Amor, você está correndo muito, vai mais devagar...
Ele responde:
- Ok, mais primeiro diz que me ama...
- Mais você sabe que eu te amo.
Ele perciste:
- Diz que me ama.
- Está bem, eu te amo!
Alguns segundos depois ela percebe que ele não diminuiu a velocidade.
- Amor, pára de correr.
- Então me abraça.
Ela o abraçou.
- Mais você ainda está correndo.
Ele pede:
- Então tá. Mais tira meu capacete ele está machucando meu pescoço...
Ela tirou o capacete e colocou em sua cabeça.
No outro dia, no jornal, veio a notícia:
"Casal de namorados sofre acidente decendo uma estrada de mot. Motivo: Perda do freio. Somente a menina sobrevive, pois o menino estava sem capacete."
Moral da História:
"Ele já sabia que tinha perdido o freio, queria sentir seu útimo "Eu te amo", seu ultimo calor, e salvou a vida de sua amada!"
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Chegamos aos 100 !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Chegamos aos 100!!
Sim nos chegamos aos 100!!! (mas 100 oque ?) 100
visualizações e eu estou muito feliz esse blog raramente cria postagens novas
mas isso ta fazendo sucesso e por isso
quero agradecer mais de 99
seguidores e isso e especial por acaso
nas férias fou me estabelece a esse blog ...
Mas se vc quiser me conhecer melhor e mora em
belen eu nas férias vou participar de aca(acampamento) o nome e aca icea boa sorte
para achar , mais se vc naun mora em Belém visite meu :
Istagran
Face: luizapalheta
Ps : o istagram esta
em outra postagem
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Tema de hoje a historia da musica
História da
Música
música
clássica é empregado em dois sentidos
diferentes. As pessoas às vezes, usam a expressão ‘música clássica’ considerando
toda a música dividida em duas grandes partes: ‘clássica’ e
‘popular’.
Para o estudioso ou musicólogo, entretanto, ‘Música
Clássica’ tem sentido especial e preciso: é a música composta entre 1750 e 1810,
que inclui a música de Haydn, Mozart, Beethoven e outros. As composições de
outros autores, não podem ser consideradas clássicas. Ouvir Bach ou Vivaldi
significa dizer que estamos ouvindo música
barroca, se referirmos a Chopin, Verdi ou Wagner estaremos
ouvindo música do período romântico. Se quisermos generalizar, pudemos dizer que
gostamos de música Erudita. Estudemos um pouco mais...
Não falaremos da música dita popular
com as suas várias definições, pois essas podem levar o sujeito a estados de
muita alegria ou mesmo de grande depressão. Aquelas que falam do amor entre
homem e mulher podem ilustrar o que estamos querendo dizer. Podem causar
entusiasmo de alegrias ou levar o sujeito a cometer erros em nome desse amor;
pode elevar o sentimento como, pode também rebaixá-lo a ponto de deixá-lo na
sarjeta.
A música Erudita em todos os seus
períodos tende a levar o sujeito ao equilíbrio, pois, uma onda sonora causa
mudanças na pressão do ar na medida em que se move através dele. Desta forma,
quando os temas musicais fluentes, diminuem a velocidade da pulsação do coração
e da respiração, você mergulha em um mundo de harmonia que lhe transmite paz,
tranquilidade e relaxamento.
C
omposições cheias de
tranquilidade evocam as imagens que vão até as fronteiras de sua percepção,
comovendo você profundamente. Por isso, quando você ouve um “canto Gregoriano”
ou uma música mais tranquila (harmônica), você tende a se acalmar e a entrar num
estado de relaxamento e reflexão. Por isso, muitas pessoas ao ouvirem música
dessa natureza sentem sonolência devido ao relaxamento dos músculos provocado
pelo ar rarefeito.
Há alguns anos atrás, vimos no programa
Fantástico da TV Globo uma pesquisa feita por cientistas nos Estados Unidos,
onde eles colocaram dentro de quartos separados, plantas com flores que tinham
sido germinadas, crescidas e dado flores ao mesmo tempo. Em um ambiente, as
plantas ouviam músicas barrocas e no outro, as plantas ouviam música do tipo
rock metal. Após vinte e quanto horas e com o acompanhamento de quadros feitos
pela câmera, pudemos observar, na medida em que o tempo passava que as que
ouviam rock foram murchando e as outras ficaram mais viscosas como se estivessem
mais alegres.
Divaguemos um pouco mais sobre a música
erudita para melhor compreensão:
Entre os vestígios remanescentes das grandes civilizações da antiguidade, foram encontrados testemunhos escritos em registros pictóricos e escultóricos de instrumentos musicais e de danças acompanhadas por música. A cultura sumeriana, que floresceu na bacia mesopotâmica vários milênios antes da era cristã, incluía hinos e cantos salmodiados em seus ritos litúrgicos, cuja influência é perceptível nas sociedades babilônica, caldéia e judaica que se assentaram posteriormente nas áreas geográficas circundantes. O antigo Egito, cuja origem agrícola se evidenciava em solenes cerimônias religiosas que incorporavam o uso de harpas e diversas classes de flautas, alcançou também alto grau de expressividade musical.
Na Ásia onde a influência de filosofias e correntes religiosas como o budismo, o xintoísmo, o islamismo etc. foi determinante em todos os aspectos da cultura; os principais focos de propagação musical foram as civilizações chinesa, do terceiro milênio antes da era cristã e indiana.
O ocidente europeu possuía uma tradição pré-histórica própria. É bem conhecido o papel preponderante assumido pelos druidas, sacerdotes, bardos e poetas, na organização das sociedades celtas pré-romanas.
A tradição musical da Anatólia, porém, penetrou na Europa através da cultura grega, cuja elaborada teoria musical constituiu o ponto de partida da identidade da música ocidental, bastante diversa da do Extremo Oriente.
A música americana pré-colombiana possui acentuado parentesco com a chinesa e a japonesa em suas formas e escalas, o que se explica pelas migrações de tribos asiáticas e esquimós através do estreito de Bering, em tempos remotos. Finalmente, a cultura musical africana não árabe peculiariza-se por complexos padrões rítmicos, embora não apresente desenvolvimento equivalente na melodia e na harmonia.
Ao redor de 500 anos D.C. a civilização ocidental começou a emergir do período conhecido como A Idade Escura. Durante os próximos 10 séculos, a Igreja católica recentemente emergida dominaria a Europa, enquanto administrando justiça, instigando "as Cruzadas Santas" contra o leste, estabelecendo Universidades, e geralmente ditando o destino da música, arte e literatura.
Dessa forma classificou a música conhecida como canto gregoriano que era a música aprovada pela Igreja. Muito posterior, a Universidade de Notre em Paris viu a criação de um tipo novo de música chamada organum. Foi cantada a música secular por toda parte na Europa pelos trovadores e trouvères de França. E foi durante a Idade Media que a cultura ocidental viu a chegada do primeiro grande nome em música, o de Guillaume Machaut.
Diante do exposto, podemos dividir a história da música em períodos distintos, cada qual identificado por um estilo. É claro que um estilo musical não se faz da noite para o dia. É um processo lento e gradual, sempre com os estilos sobrepondo-se uns aos outros. Mas, para efeito de classificação, costuma-se dividir a História da Música do Ocidente em seis grandes períodos:
Música Medieval
Durante muito tempo, a música foi cultivada por
transmissão oral, até que se inventou um sistema de escrita. Por volta do século
IX apareceu, pela primeira vez, a pauta musical. O monge italiano Guido d’Arezzo (995 -
1050) sugeriu o uso de uma pauta de quatro linhas. O sistema é usado até hoje no
canto gregoriano.
A utilização do sistema silábico de dar nome às
notas deve-se também ao monge Guido d'Arezzo e encontra-se numa
melodia profana, hino que os meninos cantores entoavam ao padroeiro dos músicos
São João Batista, para que os protegesse da rouquidão, cada linha da qual
começava com uma nota mais aguda que a anterior. Associou à melodia a um texto
sagrado em Latim, cuja primeira sílaba de cada linha podia dar o nome de
cada nota da escala musical.
Ut queant laxit
Ressonare fibris
Mira gestorum
Famuli tuorum
Solvi polluti
Labii reatum
Sancte Ioannes
Cuja tradução é: Para que nós,
servos, com nitidez e língua desimpedida, o milagre e a força dos teus feitos
elogiemos, tira-nos a grave culpa da língua manchada São João.
Durante o século XIX, o sistema de Guido foi adaptado para transformar-se no sol - fá tônico dos nossos dias, e usado para ensinar não músico a cantar música coral. Foi nessa época que alguns tons foram reformulados de modo a facilitar o canto. Ut tornou-se DÓ e SA tornou-se SI (iniciais de Sancte Ioannes)
O tipo de música mais antigo que conhecemos
consiste em uma única linha melódica cantada, sem qualquer acompanhamento. Este
estilo é o chamado Cantochão ou Canto Gregoriano. Com o passar do tempo
acrescentou-se outras vozes ao cantochão, criando-se as primeiras composições em
estilo coral.
Além do Cantochão, cantado nas igrejas,
produziam-se na Idade Média muitas danças e canções. Durante os séculos XII e
XIII houve intensa produção de obras em forma de canção, composta pelos
trovadores, poetas e músicos do sul da França e Itália.
As danças eram muito populares em festas e feiras
e podiam ser tocadas por dois instrumentos, com um grupo mais numeroso. Os
instrumentos que acompanhavam estas danças incluíam: a viela (antepassado da
família do violino), o alaúde, flautas doces de vários tamanhos, gaitas de
foles, o trompete reto medieval, instrumentos de percussão ( triângulos, sinos,
tambores).
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Philippe de Vitry 1290 - 1361
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Música Renascentista
O período da Renascença se caracterizou, na
História da Europa Ocidental, sobretudo pelo enorme interesse ao saber e à
cultura, particularmente a muitas ideias dos antigos gregos e
romanos.
Foi também uma época de grandes descobertas e
explorações, em que Vasco da Gama, Colombo, Cabral e outros exploradores estavam
fazendo suas viagens, enquanto notáveis avanços se processavam na Ciência e
Astronomia.
Os compositores passaram a ter um interesse muito
mais vivo pela música profana ( música não religiosa), inclusive em escrever
peças para instrumentos, já não usados somente para acompanhar vozes. No
entanto, os maiores tesouros musicais renascentistas foram compostos para a
igreja, num estilo descrito como polifonia coral ou policoral e cantados sem
acompanhamento de instrumentos.
A música renascentista é de estilo polifônico, ou
seja, possui várias melodias tocadas ou cantadas ao mesmo
tempo.
Música vocal
Na Basílica de São Marcos, em Veneza, havia dois
grandes órgãos e duas galerias para coro, situadas em ambos os lados do
edifício. Isso deu aos compositores a ideia de compor peças para mais de um
coro, chamadas policorais. Assim, uma voz vinda da esquerda é respondida pelo
coro da direita e vice versa. Algumas das peças mais impressionantes são as de
Giovani Gabrielli
( 1555 - 1612), que escreveu corais para dois e três grupos.
Os Motetos eram peças escritas para no mínimo quatro vozes, cantados geralmente nas igrejas. Os Madrigais eram canções populares escritas para várias vozes e que se caracterizam-se por não ter refrão. De grande sucesso nas Inglaterra do século XVI, passaram a ser cantados nos lares de todas as famílias apaixonadas por música.
Música instrumental
Até o começo do século XVI, os
compositores usavam os instrumentos apenas para acompanhar o canto, contudo,
durante o século XVI, os compositores passaram a ter cada vez mais interesse em
escrever música somente para instrumentos.
Em muitos lares, além de flautas, alaúdes e violas, havia
também um instrumento de teclado, que podia ser um pequeno órgão, virginal ou
clavicórdio. A maioria dos compositores ingleses escreveu peças para o virginal.
No Renascimento surgiram os primeiros álbuns de música, só para instrumentos de
teclados.
Muitos instrumentos, como as charamelas, as flautas e alguns
tipos de cornetos medievais e cromornes continuavam populares. Outros, como o
alaúde, passaram por aperfeiçoamentos.
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Cláudio Monteverdi -
1567/ 1643
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Música barroca
A palavra Barroco é provavelmente de origem portuguesa,
significando pérola ou joia no formato irregular. De início era usada para
designar o estilo de arquitetura e da arte do século XVII, caracterizado pelo
excesso de ornamentos. Mais tarde, o termo passou a ser empregado pelos músicos
para indicar o período da história da música que vai do aparecimento da ópera e
do oratório até a morte de J. S. Bach.
A música barroca é geralmente exuberante: ritmos enérgicos,
melodias com muitos ornamentos, contrastes de timbres instrumentais e
sonoridades fortes com suaves.
Música vocal
Orfeu,
do compositor
Montiverdi (1567-1643) escrita no ano de 1607 é a primeira grande ópera. Ópera é
uma peça teatral em que os papéis são cantados ao invés de falados. A ópera de
Montiverdi possuía uma orquestra formada de 40 instrumentos variados, inclusive
com violinos, que começavam a tomar lugar das violas.
Alessandro Scarlatti foi
o mais popular compositor italiano de óperas. Na França os principais
compositores de óperas foram Lully e Rameau .
Nascido na mesma época da ópera, o Oratório é outra importante
forma de música vocal barroca. O oratório é um tipo de ópera com histórias
extraídas da Bíblia. Com o passar do tempo os oratórios deixaram de ser
representados e passaram a ser apenas cantados. Os mais famosos oratórios são os
do compositor alemão Haendel (1685-1759), do
início do século XVIII: Israel no Egito, Sansão e o famoso
Messias e muitos outros.
As Cantatas são oratórios em miniaturas e eram apresentados nas
missas.
Música instrumental
Durante o período barroco, a música instrumental passou a ter
importância igual à da música vocal. A orquestra passou a tomar forma. No início
a palavra ‘orquestra’ era usada para designar um conjunto formado ao acaso, com
os instrumentos disponíveis no momento. Mas no século XVII, o aperfeiçoamento
dos instrumentos de cordas, principalmente os violinos, fez com que a seção de
cordas se tornasse uma unidade independente. Os violinos passaram a ser o centro
da orquestra, ao qual os compositores acrescentavam outros instrumentos:
flautas, fagotes, trompas, trompetes e tímpanos.
Um traço constante nas orquestras barrocas, porém, era a
presença do cravo ou órgão como contínuo, fazendo o baixo e preenchendo a
harmonia. Novas formas de composição foram criadas, como a fuga, a sonata, a
suíte e o concerto.
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Música clássica
Conforme dissemos outrora, algumas pessoas às vezes,
usam a expressão ‘música clássica’ considerando toda a música dividida em duas
grandes partes: ‘clássica’ e ‘popular’, entretanto, para o estudioso ou musicólogo, a
‘Música Clássica’ tem sentido especial e preciso: é a música composta entre 1751
e 1810.
Música instrumental
A Música Clássica
mostra-se refinada e elegante e tende a ser mais leve, menos complicada que a
Romântica e seguintes. Os compositores procuraram realçar a beleza e a graça das
melodias. A Orquestra está em desenvolvimento. Os compositores deixaram de usar
o cravo e acrescentaram mais instrumentos de sopro.
Durante o Período Clássico, a música instrumental passou a ter
maior importância que a vocal. Nesta época criou-se a Sonata. É uma obra com
vários movimentos para um ou mais instrumentos.
A Sinfonia é, na realidade, uma sonata para orquestra. Seu
número de movimentos passam a ser quatro: rápido - lento - Minueto - muito
rápido. Haydn, Mozart e Beethoven foram os maiores compositores de
sinfonias do Classicismo.
O Concerto consiste em uma composição para um instrumento
solista contra a massa orquestral. Tem três movimentos: rápido - lento - rápido.
Muitas obras foram escritas para o piano forte, em geral
chamado piano para abreviar. Bartolomeu Cristfori, construtor de cravos
italiano, por volta de 1700 já havia concluído a fabricação de pelo menos um
destes instrumentos. Enquanto as cordas do cravo são tangidas por bicos de
penas, o piano tem suas cordas percutidas por martelos, cuja dinâmica pode ser
variada de acordo com a pressão dos dedos do executante. Isso daria ao piano
grande poder de expressão e abriria uma série de possibilidades novas.
No começo o piano custou para se tornar popular porque os
primeiros modelos eram muito precários. Mas, no final do século XVIII o cravo já
havia caído em desuso, substituído pelo piano.
A serviço da alta
nobreza, o músico não passava de um criado que, depois de fornecer música para
fundo de jantares e conversas, ia jantar na cozinha com os demais empregados da
casa. Para agradar seus patrões, precisava seguir as tradições musicais. Em sua
obra respeitava e refletia as emoções da corte. A imaginação criadora não seria
bem vinda se representasse a quebra das estruturas tradicionais. Haydn aceitou
esse trato e cumpriu suas obrigações. Mozart não aceitou estes limites e pagou
um preço alto pela obstinação em se manter fiel à seus princípios. As cortes o
relegaram ao esquecimento e o deixaram morrer como um mendigo. Beethoven foi o
primeiro a decidir que não devia obrigações a ninguém e exigiu ser respeitado
como artista. Nascia, com Beethoven, o pensamento romântico.
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Antônio Carlos Gomes
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Música romântica
Os compositores clássicos tinham por objetivo atingir o
equilíbrio entre a estrutura formal e a expressividade. Os românticos vieram
desequilibrar tudo. Eles buscavam maior liberdade de forma, a expressão mais
intensa e vigorosa das emoções, frequentemente revelando seus pensamentos mais
profundos, inclusive suas dores. Muitos compositores românticos eram ávidos
leitores e tinham grande interesse pelas outras artes, relacionando-se
estreitamente com escritores e pintores. Não raro uma composição romântica tinha
como fonte de inspiração um quadro visto ou um livro lido pelo compositor.
Dentre as muitas ideias que exerceram enorme fascínio sobre os
compositores românticos temos: terras exóticas e o passado distante, os sonhos,
a noite e o luar, os rios, os lagos e as florestas, as tristezas do amor, lendas
e contos de fadas, mistério, a magia e o sobrenatural. As melodias tornam-se
apaixonadas, semelhantes à canção. As harmonias tornam-se mais ricas, com maior
emprego de dissonâncias.
Durante o Romantismo houve um rico florescimento da canção,
principalmente do Lied ( ‘canção’ em alemão) para piano e canto. O primeiro
grande compositor de Lieder ( plural de Lied ) foi Schubert .
As óperas mais famosas hoje em dia são as românticas. Os
grandes compositores de óperas do Romantismo foram os italianos Verdi e Rossini e na
Alemanha, Wagner. No
Brasil, destaca-se Antônio Carlos Gomes com suas óperas O Guarani, Fosca, O
Escravo, etc.
A orquestra cresceu não só em tamanho, mas também em
abrangência. A seção dos metais ganhou maior importância. Na seção das madeiras
adicionou-se o flautim, o clarone, o corne inglês e o contrafagote. Os
instrumentos de percussão ficaram mais variados.
O Concerto romântico usava grandes orquestras; e os
compositores, agora sob o desafio da habilidade técnica dos virtuoses, tornavam
a parte do solo cada vez mais difíceis.
Até a metade do século XIX, toda a música fora dominada pelas
influências alemãs. Foi quando compositores de outros países, principalmente os
russos, passaram a ter a necessidade de criar a sua música. Inspiravam-se nas
músicas folclóricas e lendas de seus países. É o chamado Nacionalismo
Musical.
No século XIX o piano passou por diversos melhoramentos. Quase
todos os compositores românticos escreveram para o piano, mas os mais
importantes foram: Schubert, Mendelssohn, Chopin, Schumann, Liszt e Brahms. Embora em meio
às obras destes compositores se encontrem sonatas, a preferência era para peças
curtas e de forma mais livre.
Havia uma grande variedade, entre elas as danças como as
valsas, as polonaises e as mazurcas , peças breves como o romance, a canção sem
palavras, o prelúdio, o noturno, a balada e o improviso.
Outro tipo de composição foi o Étude (Estudo), cujo objetivo
era o aprimoramento técnico do instrumentista. Com efeito, durante esta época
houve um grande avanço nesse sentido, favorecendo a figura do Virtuoso: músico
de concerto, dotado de uma extraordinária técnica. Virtuosos como o violinista
Paganini e o pianista Liszt eram admirados por
plateias assombradas.
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Música moderna
A história da música no século XX constitui uma série de
tentativas e experiências que levaram a uma série de novas tendências, técnicas
e, em certos casos, também a criação de novos sons, tudo contribuindo para que
seja um dos períodos mais empolgantes da história da música.
Enquanto a música nos períodos anteriores podia ser
identificada por um único e mesmo estilo, comum a todos os compositores da
época, no século XX ela se mostra como uma mistura complexa de muitas
tendências. A maioria das tendências compartilham uma coisa em comum: uma reação
contra o estilo romântico do século XIX. Tal fato fez com que certos críticos
descrevessem a música do século XX com "anti-romântica". Dentre as tendências e
técnicas de composição mais importantes da música do século XX
encontram-se:
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Impressionismo
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Nacionalismo do Séc.
XX
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Expressionismo
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Música Concreta
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Serialismo
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Música Eletrônica
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Influências do Jazz
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Neoclassicismo
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Música Aleatória
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Atonalidade
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No entanto, se investigarmos melhor estas composições,
encontraremos uma série de características ou marcas de estilo que permitem
definir uma peça como sendo do século XX. Por exemplo:
Melodias:
São curtas e fragmentadas, angulosas, em lugar
das longas sonoridades românticas. Em algumas peças, a melodia pode ser
inexistente.
Ritmos:
Vigorosos e dinâmicos, com amplo emprego dos
sincopados; métricas inusitadas, como compassos de cinco e sete tempos; mudança
de métrica de um compasso para outro, uso de vários ritmos diferentes ao mesmo
tempo.
Timbres:
A maior preocupação com os timbres leva a inclusão
de sons estranhos, intrigantes e exóticos; fortes contrastes, às vezes até
explosivos; uso mais enfático da seção de percussão; sons desconhecidos tirados
de instrumentos conhecidos; sons inteiramente novos, provenientes de
aparelhagens eletrônicas e fitas magnéticas.
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